Escrito por Cláudia Banegas às 00h23
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Convido a todos a conhecerem a comunidade INDRISOS, no ORKUT: 
Escrito por Cláudia Banegas às 04h38
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PRAZERES

Meus prazeres são profundos Salpicados com muito riso Ostento no rosto um brilho
Mas quando a emoção me abandona o rosto Sinto em dobro todo o desgosto Fico vazia e sem vida
Uma ou duas lágrimas escorrem
Enquanto me cicatrizam a ferida
Escrito por Cláudia Banegas às 18h57
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Meu Mar
Na imensidão do mar da minha vida Me perco em devaneios, sonhos e anseios Palavras faltam, sentimentos transbordam
Me deixo inundar por eles Qual chuva forte que nada respeita Apenas corre, escorre...
Como ela, lá vou eu, de encontro ao meu destino
Escrevendo um poema cristalino |
Escrito por Cláudia Banegas às 13h59
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Metamorfose
Minha vida consiste agora De idas e vindas Partidas e chegadas Chegou a hora
Mudança, transformação Ao alcance da minha mão É só eu querer Deixar acontecer
Vou me arriscar, tentar Sem medo de fracassar Não olharei para trás
E se eu vier a chorar Não será por covardia Minha noite enfim, tornar-se-á dia
Escrito por Cláudia Banegas às 01h31
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Pra vc, meu amor!
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Não sou um sol completo Sou raio de luz, fragmento
Ilumino nosso afeto
Aqueço um sentimento
Não sou mulher charmosa
Que passe e chame atenção
Entretanto sou fiel e carinhosa
Como uma rosa desabrocho o coração
Dizer que te amo já não basta
Carece um ato, um gesto terno
Porque palavras o tempo gasta
Mas o beijo de quem se gosta é eterno
Escrito por Cláudia Banegas às 23h23
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VAZIO
Como pássaro arredio Fugiu de mim uma inspiração Me aproximei, afaguei, dei um pio Mas em vão Ficou apenas um vazio Com o qual nada preenchi A vida é como um rio Eu pensando e ele ali Pois então, douto poeta Não me vais alimentar? Como todo vazio esteta Palavras amo devorar Olhe bem, caro vazio A danada inspiração Me deixou a ver navio Te negou alimentação Não te apresses, fique frio Quem espera sempre alcança Enquanto isso, eu espio Distraída, ela avança Esquecida por completo Que por aqui já estivera Eu a agarro firme e reto Tal qual uma besta-fera Dominada, ela aquiesce E no ato se transforma Na palavra que embevece E o poema toma forma
Escrito por Cláudia Banegas às 15h44
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O sagrado, santo e insano Amor com o qual te amo Te coloca em um altar Mas meu coração profano Obcecado, obsceno, mundano Busca ainda se aventurar Entre o céu e o inferno Da primavera ao inverno Busco recomeçar Assassino pensamentos castos Diante de um terreno vasto Derrubo teu pedestal Venha teu amor me envolver Torne-me tua, me dê prazer Livre-me de todo o mal
Escrito por Cláudia Banegas às 22h42
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Desencontro
Teu olhar me alucina Alucinada, nada vejo Tua força me enfraquece Enfraquecida, te desejo Tua beleza desnorteia Desnorteada, fico feia Teu sorriso me desdenha Despeitada, cerro o cenho Tua voz me arrepia Arrepiada, quedo muda Teu calor me gela a espinha E gelada, fico fria Tão mal equacionado Nosso amor que não é um Fração desenfreada Sem denominador comum
Escrito por Cláudia Banegas às 23h16
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Mestre da Poesia
Mestre de minha poesia Tal qual um camaleão
Me camuflo todo dia E ainda sou eu, sim, por que não?
Seja noite ou seja dia É o mesmo meu ardor
Minha alma sente alegria Expressando meu amor
Amor, coisa esquisita
Sendo emoção bonita
Quer logo rimar com dor
Se na palavra é transcrita
Mas para o deleite do poeta
E sorte de seu leitor
Amor, obra completa
Também rima com torpor
Sou intensa, impulsiva Vulcão em erupção Lava insistente, lasciva
Sim, por que não?
Escrito por Cláudia Banegas às 00h22
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Amplitude
Me invades como o mar invade a areia Me tocas como o céu toca o horizonte
Contigo sou o rio e a ponte
Me perco nos teus pensamentos
Te encontro nos meus desejos Me iludo com meus sentimentos
Te sonho quando não te vejo
Tão imensa é a terra e infinito o céu Tão intenso é o meu amor
Como uma abelha faz mel de flor
Fazes de minha vida fria calor
Suave te sinto, te percebo Abandono meu medo, minha timidez E sem receios te recebo Em meus braços outra vez
Escrito por Cláudia Banegas às 20h25
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Sou poeta, eu crio
A beleza me seduz
Gero palavras, as guio
lhes dou forma, lhes dou luz Sou poeta, eu sinto e o que sinto, espalho divulgo, atesto, minto Se mentir for o atalho
Minhas palavras são sementes
Que eu planto em toda a gente
São deliberadamente
Semem, mentes, entes
Reflexos, é o que são
Minha reflexão
Carregam minha essência
Minha fartura, minha carência
Vivo em minhas palavras e elas vivem em mim Sou poeta, eu as crio mas não as crio para mim
Escrito por Cláudia Banegas às 19h21
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Eu Me Permito
Eu me permito rir até a boca doer, me esbaldar de prazer.
Eu me permito saborear um bom vinho, erguer a taça e beber.
Eu me permito quebrar todas as regras.
Eu me permito viver.
Escrito por Cláudia Banegas às 16h58
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Em meio as tempestades da vida, quando ondas enormes quebram sobre mim, tiro forças das minhas boas lembranças.
E então, quando lembro de você, percebo que não importa o vendaval que me castigue por fora.
Contigo na mente, por dentro,
sou brisa.
Escrito por Cláudia Banegas às 01h44
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Sobre o Amor
Queria falar sobre o amor Pensei que palavras brotariam E entre si, facilmente rimariam Mas não acontece assim Palavras não expressam meu amor Não rimam, não atingem meu fim O quanto quero amar Nem eu mesma sei medir É mais profundo que o mar E mais quente do que lava É maior que universo E do que antes dele lá estava Não cabe dentro do peito E tampouco fora dele Não tem tempo, não tem forma, não tem jeito
Escrito por Cláudia Banegas às 21h59
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