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Ecos
Já nada mais sou eu além de ecos de mim mesma Sou como livro que alguém leu esquecido sobre a mesa |
Sou vento que levanta poeira Sou pó de uma estrada inteira Trago dentro do peito |
E se eu já nada sou além de ecos de mim mesma Levo por onde vou |
Lutei tanto, tentei, desisti |
Há muito já não sei quando foi que me perdi |
Escrito por Cláudia Banegas às 21h29
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