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Minha Vida Não me apego a nada, mas não descarto minha vida. Amos as pessoas como são, sem exigir delas modificação alguma. Sou o que sou, e sei que o que sou, sou porque quero. Se me amo, também me aceito. Se me aceito, não me cobro, não me perturbo, me deixo fluir. Sou rio. E na geografia da minha vida, entre vales profundos e cordilheiras, vejo rios, cachoeiras, que me limpam, por inteira. Escuto o meu coração, que nem sempre segue a razão, que se perde na emoção, mas que vibra, sempre. E naquilo que mais me inspira, me encontro. Vivo.
Escrito por Cláudia Banegas às 11h22
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